Bem, era quarta-feira, 11/10/2006.
Uma manhã com um sol chato e que me fazia tirar o casaco a toda hora, mesmo dentro do carro fresco.
Paramos (Eu, minha mãe e meu pai2) em Aparecida do Norte – SP. Nunca tinha estado lá antes, até que é bem bonito
Não tinha muita gente… Minha mãe fez suas orações e tudo mais, eu comprei algumas (muitas) fitinhas de lembrança e outras coisas… Então seguimos viagem. Mais algumas horas e chegamos em Penedo – RJ, uma cidadezinha pequena, turística, LINDA! Almoçamos por lá, muito bom por sinal. Tinha uma casa com gnomos \o/ Ok, seguimos viagem novamente. Lá pelas 16:30h chegamos em Nova Iguaçú – RJ, o meu destino final. Eles ainda seguiram viagem até Petrópolis – RJ, onde ficariam até no sábado e depois iriam para o Rio. Me deixaram no mesmo lugar da outra vez. Já sabia o caminho. Por hora, havia esquecido de colocar créditos no celular e não havia como ligar pra ninguém avisando que tinha chegado (Eu não ia ligar a cobrar né
). Ok. Sentei na calçada em frente ao portão e fiquei esperando (Sabe-se lá quanto tempo iria ter que esperar, mas tudo bem, ninguém mandou não colocar os benditos créditos né dona Killvyane!). O garotinho que já tinha passado ali pela frente umas 4 vezes me observando com aquela cara de quem quer pedir alguma coisa, vem em minha direção novamente, pára e pergunta: ‘A senhora tá perdida?’ ‘Não não, eu estou esperando a dona Miriam
‘ ‘Aaah tá! Mas a senhora vai ficar aí? ela vai demorar viu?’ ‘É? Aimeudeus. Você sabe onde eu posso comprar créditos pra colocar no celular?’ ‘Aah, não sei não.. Ah, sei sim! Acho que lá na padaria tem… A senhora quer que eu vá lá com a senhora?’ (Essa coisa de ‘senhora’ pra cá e pra lá já estava me irritando, ok) ‘Ah, mas eu tô cheia de malas (Aponta para as duas mochilas, uma sacola e uma bolsa), vou ficar aqui mesmo.’ ‘Tá bom! mas ela vai demorar hein, ela só chegas lá pelas 19hs..’ ‘Que? 19hs?!! Nossa… Ah, tudo bem… Eu espero…’ ‘A senhora quer que eu vá chamar ela ali no trabalho dela? Eu sei onde é, não é longe… Quer que eu leve a senhora lá?’ ‘Não, não precisa não, eu espero… Muito obrigada
‘ ‘Tá!’ Surgem várias crianças na rua e começam a jogar bola e brincar e essas coisas… Chega a tia(?)- eu acho que é tia – do Felipe, que mora embaixo da casa dele, me cumprimenta (É muito chato quando você é uma pessoa que cumprimenta as pessoas só por cumprimentar e quando torna a vê-las não faz a mínima idéia de quem sejam, mas finge que sabe e cumprimenta-as mesmo assim) e eu retribuo. Depois passa uma garota com uns cadernos, me olha como se me conhecesse também, mas eu desvio o olhar (Vai saber quem pode ser, meu Jesus!!) – Será que eu fui antipática com esse gesto? É, provavelmente… Ok, passou – A tia(?) do Felipe reaparece no portão e me oferece uma cadeira que ela já está trazendo e colocando ali, mesmo que eu tivesse dito que não precisava… (É, na verdade precisava, porque aquelas formigas já estavam me incomodando um pouco) – senta na cadeira – A garota dos cadernos que tinha ido até o portão da rua, volta e vai até sua casa, e volta novamente, vindo na minha direção (Ah não, ela vai falar comigo, droga!) ‘Ei, você não quer ligar pra Miriam e avisar que você chegou?’ (Caralho, como ela sabia que eu precisava fazer exatamente isso?!) ‘Ah, eu quer..’ ‘Você pode ligar ali da minha casa mesmo, vamos ali’ ‘Tá bom’ Uns dez minutos depois a dona mãe do Felipe aparece 
‘Você pode levar suas coisas ali pro quarto do Felipe se você quiser tá Kill?’ ‘Uhum, eu já vo…’ ‘Se você quiser tomar banho ou dormir também, pode ficar à vontade hein!’ ‘Não, tudo be…’ ‘Você quer comer alguma coisa? uma fruta? um biXXXXXcoito? quer um chá?… ???’ ‘Ah, não não, obrigada.. eu comi agora pouco já.. hehe’ ‘Tá bom’ – gaaaaaaaatinhos! nhami nhami! dois gatinhos saltitantes e curiosos estavam lá – ‘Ah, esses são os gatos que o Felipe me arranjou, duas pestes! hahahaha O Tom e a Julieta..’ (Insanos, insanos) Arrumei minhas coisas e tal… Fui pra sala. ‘Nossa, que calor né?’ (Eu já tinha tirado o casaco novamente, ou estaria derretendo) ‘Muito! meu deus :B’ ‘E como foi a viagem, tudo bem?’ ‘Sim, tudo (Conta sobre a viagem e tudo mais)’ … ‘Então, hoje eu vou ter que ir à faculdade, porque tirei uma nota muito baixa numa matéria e tenho de falar com o professor, não posso faltar hoje… Mas o Felipe logo chega! Antes das 19hs ele tá aí!’ ‘Ah, não tem problema, eu espero aqui’ ‘É, ele poderia ter pegado o trem, pra chegar mais rápido, mas aposto que ele nem lembrou disso e veio de ônibus… Eita menino lerdo! ahahha Mas fica aqui, assiste tv, come alguma coisa… Não fica com vergonha hein! Pode pegar! ahhaha’ ‘Ah, tá bom… Pode deixar’ ‘Tá, então até depois. Fala pro felipe fechar a casa e que eu tô deixando esse dinheiro aqui pra ele e fala que aqui nessa sacola tem as cuecas dele..’ ‘Aham, falo sim.’ ‘Então tchau Kill.’ ‘Tchau!
‘
Nossa, que canseira… Uaaah! Ploft! – sofá e tv me dão sono – Mas existem dois gatos malucos na casa agora, e sim, eles gostam de saltitar em pessoas deitadas… hahahaha Ok, eles eram fofos até quando pulavam nas minhas costas (Costas e não costa, porquê vem de costelas, que é plural – descobri isso há pouco tempo…) e brincavam com meu cabelo
Acho que 18:45hs, por aí, deu pra ouvir um barulho no portão (Aiiiiiiiiiiiiin
xxxxx será?) – barulho no trinco da porta – (É eleeeeeeeeeeeeee!
DDDD) Entra um ser gnomístico que deixa mochilas de lado e dá abraços apertados e bons e perfeitos! *__________________* Puta merda, que saudade :~ – esses momentos eu não consigo descrever aqui, mas imaginem umas pessoas bem felizes e com sorrisos grandes se olhando e conversando e tudo mais
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Liga pra um monte de gente, entregam-se presentes perfeiiiiiiiiiiiitos (LLLLLLLLLLLLL), toma-se banho e todas essas coisas e vamos rumo ao shopping, terminar de comprar o presente da Thainá. Ok, o presente da Thainá não deu muito certo… Pelo menos deu pra colocar créditos no celular – ou não, pq colocar eu não tava conseguindo, só consegui comprá-los… – ‘Cara, eu acho que é esse prédio aqui… Ela falou que era do lado de um prédio meio amarelo…’ – é noite, não dá pra ver muito bem se o prédio é amarelo – ‘Há, mas que beleza!’ ‘Mas eu não me lembro dessa parte aí… Acho que não é nesse não…’ ‘É nesse, acho que é nesse’ – liga pra Thainá – ‘Oi, a gente tá aqui no seu prédio!’ – Thainá desce –
DDDDDD Cara, que menina mais fofaaaaaa! Meu deus x) Aí a gente ficou lá conversando, fazendo alertas sobre os cuidados que ela deveria tomar em São Paulo (Ela ia ir pra São Paulo no dia seguinte fazer turismo hoohoho), entrega-se o ‘meio-presente’… ‘Ah, que legal… Pra que serve isso?’ AHUAHAUHAUHUA ‘Ah, é um mural, pra você colocar fotos e tal..’ ‘Aaaaaah! nossa, é mesmo!! que legal
‘ heuheuehuehuehue Ok, a gente ficou lá um tempo, aí a mãe dela chamou e tal… Despedimo-nos e fomos para a Rua Da Lama encontrar o Fabinho e o Diego que já estavam lá num bar bebendo quando a gente chegou… hehe Apresentações à parte, vem a cerveja!
Muito legal… Apesar de eu ficar boiando nas histórias que eles contavam né… Mas eram muito divertidas dausidhsauidhusahiudsahui Aiai!
E ainda me chamaram de camelo… O____o Muita injustiça :B dhiahduiahuishiuhusid Acho que foi a noite mais legal do feriado, é legal ouvir um monte de história bizarra! ahuidhasuidhusa
DD
Aí assim, pra voltar pra casa a gente rachou um táxi, mas depois de sair do táxi eu não lembro de muita coisa… Tipo, deve ter acontecido o básico… Banho, roupas de dormir e… Ok
– bem, existem coisas que não precisam ser ditas para serem entendidas – dhaiushduiahudihadus
Continua…