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Storm [2]

E, de repente, tudo aquilo já não era mais aquilo tudo. Era como se as águas que caíram no decorrer dos dias tivessem lavado e levado embora aquilo que era tudo e que agora já se perde nos rios da vida.
As enchentes não me avisaram que passariam por aqui. Não pude me preparar.

Só estou acostumada com os furacões.

“(…) A gente se acostuma a coisas demais, para não sofrer. Em doses pequenas, tentando não perceber, vai afastando uma dor aqui, um ressentimento ali, uma revolta acolá. Se o cinema está cheio, a gente senta na primeira fila e torce um pouco o pescoço. Se a praia está contaminada, a gente só molha os pés e sua no resto do corpo. Se o trabalho está duro, a gente se consola pensando no fim de semana. E se no fim de semana não há muito o que fazer, a gente vai dormir cedo e ainda satisfeito porque tem sono atrasado. A gente se acostuma para não se ralar na aspereza, para preservar a pele.
Se acostuma para evitar feridas, sangramentos, para esquivar-se da faca e da baioneta, para poupar o peito.
A gente se acostuma para poupar a vida.
Que aos poucos se gasta, e que, de tanto acostumar, se perde de si mesma.

(COLASANTI, Marina. Eu sei, mas não devia. Rio de Janeiro: Rocco, 1996, pp. 09.)

No Olho Do Furacão

Furacões me visitam
Querem levar tudo daqui
Sinto-me nua.

Um deles quis passar por aqui, dia desses.
Não sei porquê, mas mudou sua rota
Quando já estava pra bater na minha porta.
Porta que eu nem havia trancado,
Não me importo que os outros entrem sem bater:
É verdade que não tenho muitas coisas pra esconder.
Ou, quem sabe, não sei mesmo escondê-las…
Me mostro completamente, quando tenho algo pra mostrar.
Talvez você não saiba,
Mas se nada tive para lhe mostrar
É porque o furacão acabou de passar.

Então espera!
Espera a Primavera.
Talvez um arco-íris me visite, me pinte
E me traga um pote de ouro
Para eu dividir contigo, no verão.

“Fico desejando nós gastando o mar… Pôr-do-sol, postal, mais ninguém.
Peço tanto a Deus para esquecer, mas só de pedir me lembro.
Minha linda flor, meu jasmim será…
Meus melhores beijos serão seus.
Sinto que você é ligado a mim, sempre que estou indo, volto atrás.
Estou entregue a ponto de estar sempre só, esperando um sim ou nunca mais.
É tanta graça lá fora passa o tempo sem você,
Mas pode sim, ser sim amado e tudo acontecer
Sinto absoluto o dom de existir, não há solidão, nem pena.
Nessa doação, milagres do amor, sinto uma extensão divina.
É tanta graça lá fora passa o tempo sem você,
Mas pode sim, ser sim amado e tudo acontecer.
Quero dançar com você.
Dançar com você.
Quero dançar com você.
Dançar com você.”

Agitos

Deste final de semana eu posso tirar três conclusões:

1 – O Zeca Pagodinho tem uma puta d’uma mansão linda
2 – Eu não sei jogar tênis
3 – Preciso parar com essa mania de imitar o Sílvio Santos

No mais, salto alto não combina comigo :/

“O horrível dever é o de ir até o fim. E sem contar com ninguém. Viver-se a si mesma. E para sofrer menos embotar-me um pouco. Porque não posso mais carregar as dores do mundo. Que fazer quando sinto totalmente o que outras pessoas são e sentem? Vivo-as, mas não tenho mais força. Não quero contar nem a mim mesma certas coisas. Seria trair-se o é-se. Sinto que sei de umas verdades. Que já pressinto. Mas verdades não têm palavras. Verdades ou verdade? Não vou falar de Deus, Ele é segredo meu. Está fazendo um dia de sol. A praia estava cheia de vento bom e de uma liberdade. E eu estava só. Sem precisar de ninguém. É difícil porque preciso repartir contigo o que sinto. O mar calmo. Mas à espreita e em suspeita. Como se tal calma não pudesse durar. Algo está sempre por acontecer. O imprevisto improvisado e fatal me fascina. Já entrei contigo em comunicação tão forte que deixei de existir sendo. Você tornou-se um eu. É tão difícil falar e dizer coisas que não podem ser ditas. É tão silencioso. Como traduzir o silêncio do encontro real entre nós dois? Dificílimo contar: olhei fixamente por uns instantes. Tais momentos são meu segredo. Houve o que se chama de comunhão perfeita. Eu chamo isto de estado agudo de felicidade. Estou terrivelmente lúcida e parece que alcanço um plano mais alto de humanidade. Ou da desumanidade – o it.
(LISPECTOR, Clarice. Água Viva. Rio de Janeiro: Rocco, 1973.)

Acho que nunca me identifiquei tanto com uma coisa escrita por ela, como esse fragmento de Águas Vivas.
Aceito livros dela (e de outros) como presente de aniversário, obrigada.

No caso de Jesus, dá até pra concordar que fora traído mesmo com um beijo, mas, de uma forma geral, não acho que beijos são espécie de traição. Acho que são demonstrações de carinho. Qual é o mal em demonstrar carinho à quem se gosta?
Neste mundo, ninguém é de ninguém, sejamos realistas. E vou além: se ninguém é de ninguém (GRAÇAS À DEUSA), não existe traição. Que legal né? Não! dahkshkjdsa Não é legal pelo fato de ninguém pensar como eu.
Não vejo problema nenhum em beijar as pessoas que gosto. Acho que o beijo é uma demonstração tão simples e pura, de um sentimento tão legal… Eu beijo minha mãe, meu irmão, meu pai, minha irmã e amigos(as), desde pequeninha. E sim, na boca! (QUE ESCÂNDALO!!! ¬¬) Nem por isso eu sou homossexual, e nem vejo problema em ser, se fosse o caso. Nem por isso eu deixo de respeitar a pessoa com quem me relaciono e não acho que estaria traindo ela ao fazer isso. Os sentimentos são meus, existem e devem ser demonstrados. Se essa é a forma que eu acho mais verdadeira, por que não posso agir como gostaria?
Sei lá, é como eu disse ali em cima, não acho que exista traição, se ninguém é de ninguém. Não vejo as pessoas como propriedades. Vejo-as como seres iguais a mim, que tem a liberdade de sentir e pensar, independentemente do que eu penso também.

O mundo seria melhor se o “Amor Livre” fosse aceito por todo mundo.

Em dias como hoje é que me dou conta de em quantas pessoas pessoas eu confio de verdade. Me sinto mais leve. Essa sensação de culpa que não me atinge… Sou mesmo tão cara-de-pau? Imagine, não sentir culpa numa situação que qualquer outra pessoa sentiria… Cínica, no sentido mais puro da palavra.
Ainda bem que existe pelo menos uma pessoa no mundo que te entende completamente, que entende todas as tuas angústias, teus medos, teus atos, teus pensamentos, teus sentimentos… É tão bom perceber que nem mesmo 620km podem separar duas mentes e dois corações, que já viveram tanta coisa juntos, que já aprenderam tanta coisa juntos e que, mesmo mudando constantemente, nunca deixam de compreender um ao outro.
É triste você estar em um lugar onde pode olhar para todos os lados e, mesmo assim, não enxergar ninguém. Ninguém com quem possa conversar de verdade, ninguém que te compreenda apenas em um olhar.
“Tenho 483 amigos no ORKUT, 172 no MSN e 375 no MYSPACE.” E aí? Em quantos você confia, de verdade? Quantos deles deixariam a temporada de praia em pleno pós-carnaval, pra viajar 620km e ficar uma semana com você, única e exclusivamente? Em verdade, vos digo: Não tenho esse mundaréu de amigos no ORKUT, MSN e o caralho à quatro. Mas tenho uma amiga que deixa 620km de lado em plena temporada de praia pós-carnaval e vem para o meu antro de sentimentalismo e angústia.

Te espero.
E te amo, minha Luiza.

Há coisas que dão certo na nossa vida simplismente porque têm que dar certo.
É difícil explicar o inexplicável. É difícil querer transformar em palavras públicas coisas que são impublicáveis, não por serem horríveis ou obscenas, mas porque são impossíveis de ser transformadas em palavras.
Têm certas coisas que eu prefiro guardar aqui comigo. Não que sejam coisas que me envergonho e que ninguém possa saber, muito pelo contrário. É que é tão boa essa sensação de ter uma coisa que é só sua, que ninguém mais sabe, ao mesmo tempo que você gostaria que todo mundo soubesse… Na verdade, nem precisaria que todo mundo soubesse, talvez se uma só pessoa percebesse seria o suficiente.
E é aí que entram as tais palavras, que às vezes são tão mordazes e machucam tanto. Elas entram quando as interpretações se fazem, se distorcem, se completam; quando já não há mais lugar para prestar atenção no que há por trás delas ou quando começa-se a achar que há alguma coisa por trás delas, quando não há…
Palavras são doces traiçoeiros.
É por isso que eu prefiro o silêncio: muitas vezes ele nos diz muito mais coisas do que milhões de palavras.

É incrível que as pessoas sejam tão egoístas e achem que a egoísta é você.
É incrível como tendemos a perceber tarde o quão bobos somos, ao acreditar que vai dar certo algum dia.

Remember me when you’re the one who’s silver screened
Remember me when you’re the one you always dreamed
Remember me whenever noses start to bleed
Remember me, special needs
Just 19 and sucker’s dream I guess I thought you had the flavour
Just 19 and dream obscene with six months off for bad behaviour
Remember me when you clinch your movie deal
And think of me stuck in my chair that has four wheels
Remember me through flash photography and screens
Remember me, special dreams
Just 19 this sucker’s dream I guess I thought you had the flavour
Just 19 and dream obscene with six months off for bad behaviour
Just 19 and sucker’s dream I guess I thought you had the flavour
Just 19 and dream obscene with six months off for bad behaviour
Remember me.

Alzheimer II

Sabes tu qual é a sensação de perceber que és uma das únicas, poucas e últimas lembranças da mente de uma pessoa?

Parei diante de seus olhos e fiquei, como uma estátua. Pensei logo: – Não, não como uma estátua… Porque estátuas geralmente não esboçam sorrisos. E eu sorria. Sorria àqueles olhos azuis cansados, confusos e que já não reconheciam muita coisa, que dirá pessoas.
Talvez tenha sido pelo sorriso, que as estátuas não esboçam… Talvez pelos olhos, que já não mais suportavam carregar tantas lágrimas e deixavam-nas caírem… Não sei bem porquê, mas os olhos azuis tiveram brilho por alguns instantes, o mesmo brilho que tiveram nos muitos dias de festa com pastel caseiro e família reunida na sua casa. Um sorriso se fez naquele rosto que já não esboçava reação alguma! Puxei-a para mim e seus olhos também não suportaram mais carregar as lágrimas.
Enfim, ela reconheceu-me.
E já não agüentava mais todos aqueles tubos e sondas e esparadrapos. E já não agüentava mais que ninguém ali compreendesse o que havia acontecido. Pediram-me socorro e eu nada pude fazer. O ser humano nada mais é do que um animal com as mãos amarradas e, muitas vezes, com a boca amordaçada.
Pedia-me com seus olhos para que a tirasse dali, pedia-me com seus olhos que não tivesse pena dela. E eu não tive. Senti toda a sua força em seu simples sorriso, em suas lágrimas que caiam e que ela tentava enxugar, relutantemente. Sabia que logo ela saíria dali. E saiu.

Muitas vezes, tento me perguntar se, naquele dia, o motivo de suas lágrimas era o mesmo das minhas, mas é em vão. Talvez um dia eu descubra… Ou talvez um dia ela me diga… Se eu conseguir chegar a tempo de ouví-la.

Casei-me ontem

Houve um final de tarde ensolarado no campo verde. As cores todas a se misturarem, formando um arco-íris sem fim – e sem começo.
Como é triste a felicidade dos outros, quando você não é feliz. És feliz? – pergunto-te. Ora, ser feliz é viver! – diria um dos heterônimos dele – Se vivo, sou feliz. Faz sentido… Assim como faz sentido o vento dançar sem par e os sorrisos enamorarem-se. Não sei se enamoraram-se pelo branco do vestido, pelo amarelo dos sorrisos ou pelo cor-de-rosa das pétalas… Afinal, sorrisos enamoram-se? Ora, sorrisos são sorridos, apenas! Que tolice.

Há quem diga que, nos dias de hoje, não há mais espaço para românticos e apaixonados. Discordo. Para tudo há um lugar… Mas há também um momento certo.
Não dá para ser um romântico-loucamente-apaixonado-e-piegas toda hora. Há momentos em que precisa-se ser indiferente, egoísta e realista (geralmente naquelas horas em que você está cortando suas unhas).
A verdade é que não conheço muitos casais apaixonados. Parece-me que as pessoas estão cortando as unhas constantemente, a toda hora. Talvez eu seja deveras romântica e ache que todos deveriam ser assim também… É essa terrível mania que o ser humano tem… Estou sempre certa.

Desencontros

Incrível é ver como certos lugares nunca mudam o suficiente para lhe despertar a atenção. Nunca mudam o suficiente para fazer com que você os perceba, de fato.
E é incrível como a ausência de uma pessoa ou a companhia dela pode mudar tanto um lugar.
Dia desses fui à uma cidade onde morei… Fui com a esperança de reencontrar os conhecidos e alguns queridos amigos. Tudo continua no mesmo lugar, menos o que eu esperava encontrar. E, por isso, a cidade acabou parecendo-me vazia… De um vazio tão grande que fez até eco.
Os lugares acabam se tornando diferentes sem as pessoas com quem você costumava estar neles. De repente, eu pude sentir o vento gelado me atravessando o corpo, no meio da rua. Tentei imitar o seu jeito de andar, fazer o mesmo trajecto que fazíamos, cantarolei aquelas músicas, passei na frente do seu ex-trabalho… Tive vontade de apertar minhas próprias bochechas! Mas de nada adiantou, o vento continuou perseguindo meus passos.
Lembrei que nunca nos despedimos e que, certa vez, ouvi dizer que a despedida precede o abandono… Fiquei feliz por nunca ter me despedido de ti.
Continuei caminhando, sozinha, o vento frio continuou me cortando a alma, meu sorriso continuou fechado e meus olhos continuaram derramando aquilo que você nunca viu saindo deles: a saudade de ti.

(Espero um dia te reencontrar)

Alzheimer I

Ainda me lembro daquela garotinha que descia as escadas correndo, pulando os dois últimos degraus ou ia escorregando pelos corrimões… Batia na porta, às vezes até criando um batuque ritmado, e já ia entrando, com aquele sorriso. Falava tanto, escutava tanto, queria aprender tudo, saber de tudo.. Tão curiosa!
E a outra sempre tão disposta a explicar, a ouvir, a aprender também.
Lembro das viagens que as duas fizeram, tantas e tantas vezes, ao Rio Grande do Sul, para visitar os parentes… Ir aos cemitérios para deixar flores novas, limpar os túmulos e rezar pelas almas de quem jaziam ali. E a garotinha, que mal sabia o que significava jazer, acompanhava tudo de perto. Gostava de olhar os túmulos com as fotos dos falecidos. Gostava também do cheiro das flores misturado com o cheiro da cera das velas que queimavam. Acompanhava a outra nas orações, achava bonito as pessoas que oravam pelas outras. Gostava das estradinhas de terra, que sempre tinham o mesmo cheiro e o mesmo cenário final: uma igrejinha ao lado de um parquinho para crianças.
Impossível não lembrar também da garotinha acordando todos os dias, ao som do rádio na cozinha, já sentindo o cheirinho de chimarrão lá do quarto onde dormia. E, na hora do almoço, as batatas cozidas em palito, como sempre. Molho de galinha, arroz, macarrão… E a salada de alface com cebola! De sobremesa, a melhor gelatina do mundo.
Depois, diziam que ela era a melhor secadora de louças do mundo! Secava tudo rapidinho e deixava tudo bem seco.
No fim da tarde, assitiam televisão, tomando chimarrão.. E, depois que descobriu o quanto podia ser querida pelo que fazia, cantava sempre as músicas engraçadas que sabia… Só para arrancar aquela gargalhada gostosa que a outra sabia dar.
Em dias de festa, se reuniam todos na casa da outra.. Faziam pastéis caseiros! Era dia de rever todos os primos e tios. Só a garotinha deve lembrar do brilho daqueles olhos azuis da outra, quando via todos os seus entes queridos reunidos e alegres em sua casa.

Coisas assim foram ficando raras. Talvez tenham sido esquecidas por todos, mas não pela garotinha. O que mais a incomoda não é o fato das outras pessoas não lembrarem, é saber que a outra não lembra de nada. A outra não lembra nem da garotinha. Não lembra nem quem ela mesma é.

Storm [1]

Já estou conseguindo sentir os pingos, sentes também?
Estão pesados, me cortam, me perfuram…
Estão entrando em mim, me preenchendo. Consegues sentir?
Consigo sentir o gosto… Está gelado!
E este vento… Estou ficando com frio, tens um casaco aí?
Corre! Corre! Corre!
Ela está chegando!

Ressaca

Tenho pensado em coisas estranhas… Realmente estranhas!
E vocês sabem que isto não é nem um pouco bom.
Tenho muito medo das minhas atitudes, quando tenho esses pensamentos na mente. Sério, eu não penso no momento, e aí acabo com tudo, pelo menos com o meu tudo.
Eu to numa fase de ‘eu preciso sair daqui agora’.
Sei lá, estive fazendo dezenove anos ontem… Cara, eu estou à beira dos vinte e o que fiz até agora? O que sou? Na-da, absoluta e completamente.
Não gosto dessa ressaca, a minha.

Detesto este mundo bêbado.

Changes

Eu sei muito bem o que eu quero, acho que por isso meus dias têm sido tão frustrantes, em certos aspectos.
Parece que nada vai dar certo..
Não sou dessas pessoas que se conformam com as coisas do jeito que elas são/estão.
EU QUERO SEMPRE MAIS!
E isso me atrapalha, muito!

Aqui fica meu conselho: nunca fiquem um ano ‘de bobeira’ na vida de vocês.
Claro que tem suas vantagens, como tudo… Eu aproveitei muito, foi bom, com momentos inexplicáveis, mas as conseqüências não são muito agradáveis…
Não tô arrependida do que eu fiz, mas sim do que eu deixei de fazer.
-Killvy, vai estudar…

(…)
Sei que não adianta chorar pelo leite derramado… E não acredito muito nessas coisas de ‘ano novo, vida nova’, mas é importante mudar certas coisas. E agora é o momento.

Se formou na Faculdade
Beijou alguém
Fumou cigarros
Ficou tão bêbado que apagou
Foi em todos os brinquedos em um parque de diversões
Colecionou algo bem idiota
Foi num show de rock
Ajudou alguém
Pescou
Discotecou
Assistiu quatro filmes numa noite
Passou muito tempo sem dormir
Mentiu para alguém
Terminaram um namoro com você
Cheirou cocaína
Matou aula
Fumou maconha
Fez algum curso universitário
Esteve num acidente de carro
Esteve num tornado
Usou drogas pesadas
Viu alguém morrer
Esteve num funeral
Se queimou
Correu numa maratona
Teve os pais divorciados
Chorou até dormir
Gastou mais de $200 num único dia
Voou num avião
Paquerou alguém
Foi paquerado
Escreveu uma carta de dez páginas
Esquiou
Velejou
Se cortou
Teve um melhor amigo
Perdeu alguém que amava
Roubou algo de uma loja
Esteve na prisão
Foi suspenso
Teve problemas por algo que não fez
Roubou livros de uma livraria
Foi para um outro país
Abandonou a escola
Esteve num sanatório
Assistiu algum filme do Harry Potter
Teve um diário online
Atirou
Jogou num cassino
Teve uma venda de quintal
Teve uma barraquinha de limonada
Participou de uma peça de escola
Foi despedido
Passou por um detector de mentiras
Nadou com golfinhos
Votou no BBB/Casa dos Artistas
Escreveu poesia
Leu mais de vinte livros num ano
Foi pra Europa
Amou alguém que você não podia ter
Ficou confuso sobre sua sexualidade
Usou um livro de colorir depois dos 12 anos
Fez uma cirurgia
Levou pontos
Pegou um taxi
Viu algum monumento de Washington
Teve mais de cinco conversas instantâneas (MSN) ao mesmo tempo
Teve uma overdose
Teve algum problema com álcool ou drogas
Participou de uma luta
Sofreu qualquer forma de abuso
Teve um hamster
Teve um animal selvagem como animal de estimação
Usou um cartão de crédito
Surfou na Califórnia
Pintou o cabelo
Fez uma tatuagem
Fez algum piercing
Tirou só notas 10
Já esteve entre os melhores alunos da escola
Seus pais já te mandaram para um psicólogo
Já foi algemado
Conheceu alguém com HIV ou AIDS
Tirou fotos com uma webcam
Colocou fogo em algo
Deu uma festa quando seus pais não estavam em casa
Foi pego dando uma festa enquanto eles não estavam
Fez enquetes como essa só para passar o tempo
Fez amigos pela internet e os conheceu ao vivo
Prendeu a respiração num túnel até o final para poder fazer um pedido
Segurou seus pés andando sobre trilhos para fazer um pedido
Planejou a vida inteira num sonho acordado
Teve um experiência extracorpórea

Roubado do /~chacombiscoitos

Férias de tudo!

Título auto-explicativo.

Preguiça…

Ando com muita preguiça de escrever, isso é estranho.
Não adianta falar que ‘ai, não tenho tempo’ ou ‘não consigo escrever quando estou feliz’… Claro que eu consigo! Mas… Essa preguiça… Entendem? Preguiça de pensar, de contar as coisas pras pessoas… Ou são meus pensamentos, que estão se tornando impublicáveis… Ando pensando demais… Jostein Gaarder me faz pensar..

Saudades de santa catarina e seus gnomos filósofos de boteco :(

BICHICES!

Aiai, é incrível né?
Quando eu penso que está tudo prestes a desmoronar, como eu havia previsto, acontece-me algo que eu não esperava, e que me faz desaparecer todas aquelas paranóias e idéias e previsões.. aheuiaheiuahueai
INCRÍVEL!
Não que agora eu ache que vá mudar tudo… Nem quero! Tá muito bom assim x)
Mas sei lá, de uma forma ou de outra é diferente… Não sei explicar.

E eu sei lá o que tô falando tbm!
Eu nem sei namorar, nunca fiz isso! :S
hdiahsdoasifiuashiufhasiufhouasi
Tá bom, vou me esforçar… E, hum… Sei lá meu!!

Cara, é muito bom ser surpreendido!
Sei lá, parece que as coisas têm mais sabor quando você não espera por elas.

Ah puta merda, que vontade de gritar! *__________________*

Eu te amo, seu podre! Pra caralho! GRRRRRRRRRRRRR!
Bocózinho! (L)

É bom camarada!

Final de semana no Rio, com direito a:

- Ficar bêbada meia hora depois de chegar lá, na frente da Dona Miriam (Mãe do Fru)!! ;
- Falar que não sabia quem era Raul Seixas (Eu não lembro de ter falado isso, mas…);
- Ser chamada 48234623756238795 vezes de rebelde (Pintei meu cabelo e agora posso entrar pro RBD!);
- Passar mal no dia seguinte por conta da Dona Ressaca (Finalmente tive uma ressaca alcoólica na vida!!);
- Fazer compras no mercado com gnomo que só compra cervejas e doces;
- Ouvir Los Hermanos em viniiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiil *__________________* ai!;
- Ver gnomos em bares mexicanos;
- Beber tequila pela primeira vez na vida;
- Não ver a Lin de novo ¬¬ ;
- Ter que ouvir 6173612481254 vezes que eu provoquei hematomas graves em lugares sensíveis (E ainda ter que ver os hematomas – isso é dose!);
- Ter que tirar o piercing da língua!!! (Provisoriamente, mas tive que tirar – isso é foda!);
- Dormir 2 horas em uma noite que antecedia a prova da primeira fase da UFF;
- Dormir na prova da primeira fase da UFF (AHEIUAHEIUAHIUEHAIUEHIAUE);
- Ver um gato subindo num coqueiro;
- Ter que ouvir 4638246238746235 vezes: ‘deixa que eu levo, tá pesado’;
- Ver como é insana a migração dos nordestinos para o Rio..

E realmente, não dá pra explicar o quanto foi bom.
E deletem o post passado da memória, por enquanto hduadhsudas :P

Obrigada, gnomo (L)

O esperado.

Ando estranha.
Sabe quando tem coisas que você até imagina que irão acontecer um dia, mas que não gostaria que acontecesse, pelo menos não agora, e por isso não gosta nem de pensar nessas coisas?
De repente eu me pego pensando nessas coisas, toda vez que paro pra pensar nas coisas de fato… E imagino o fim.
Até um tempo atrás eu não conseguia isso. Não conseguia imaginar um fim sem ficar triste ou me pegar falando pra mim mesma: ‘- Pára, isso não vai acontecer!’
Éestranho.. De repente tudo aquilo que era tão distante, se torna óbvio e próximo.

Tenho o costume de ficar imaginando as coisas enquanto tô no ônibus, enquanto ‘vejo’ tv, enquanto tento pegar no sono… Sempre ficava pensando nas coisas, em como eu sou feliz, ficava lembrando de tudo o que eu vivi (principalmente com ele)…
Já tem uns dias que, toda vez que me pego pensando nessas coisas, imagino o fim. aAsim, pra ser mais direta, não consigo mais não pensar nisso. Consigo me ver, nitidamente, sentada do lado dele, dizendo que é preciso ‘viver a vida’ e que acho melhor parar por aqui, pra não machucar mais do que já machucou.
A cada dia que passa entra mais uma coisa na minha cabeça, cai mais uma ficha… E tudo me faz cair na realidade, e ela não é o sonho que eu imaginava até uns dias atrás, muito pelo contrário, é muito mais parecida com os meus pensamentos de hoje.

É difícil ‘deixar ser como será’ sempre…

???

“Tenho andado distraído, impaciente e indeciso… E ainda estou confuso, só que agora é diferente: Estou tão tranquilo e tão contente!”

Perdi a conta de quantas pessoas vieram me perguntar sobre o meu status no orkut.
Que insano… Como que uma coisinha tão insignificante pode significar tanto pra tanta gente?! O que importa qual é o meu status no orkut? Do que adianta uma pessoa deixar lá ‘namorando’ se chifra o namorado sempre que pode? E cara, que merda o orkut significa na vida das pessoas?
Cara, é patético! As pessoas estão se baseando em informações que encontram num profile de orkut… Gente, se eu mudei, é pq eu mudei oras! Oo dahsdsadjkashkl Não tenho a obrigação de ficar respondendo perguntas, dando satisfação ou justificando a mudança… – Tudo bem, eu sei que já estou fazendo isso aqui, de certa forma – (Daqui a pouco toda a vez que mudar alguma coisa vou ter que mandar scrap e msg pra todos os meus contatos, pra que eles se informem… Ah meu, tenha santa paciência!!)
Eu já aprendi que não vale nada um status de ‘namorando’ na vida… Tanta gente aí que namora e nem ama seus respectivos namorados..
‘Se nem um casamento significa muita coisa… O que importa são os sentimentos :)
Eé baseada nesses sentimentos que eu mudei meu status do orkut.
Quem realmente precisa saber se eu tô solteira ou não, se eu tô namorando ou não, se eu tô casada ou não (etc) concerteza sabe :)

O meu status do orkut não é um status. É um sentimento :)

L.U. – S.C.

Sei que tenho um coração, mas é difícil de explicar… De falar de bondade e gratidão e estas coisas que ninguém gosta de falar…
Falam de um lugar, mas onde é que está? Onde há virtude e inteligência e as pessoas são boas e sensíveis… E que a luz no coração é o que pode me salvar, mas não acredito nisso… Tento, mas é só de vez em quando…
Onde está este lugar? Onde está essa luz? Se o que vejo é tão triste e o que fazemos tão errado?
E me disseram: ‘-Este lugar pode estar sempre ao seu lado e a alegria dentro de você, porque sua vida é luz’.
E quando vi seus olhos e a alegria no seu corpo e o sorriso nos seus lábios, eu quase acreditei… Mas é tão difícil!
Por isso peço, por favor, pense em mim, ore por mim e me diga: ‘-Este lugar distante está dentro de você’.
Eme diga que nossa vida é luz! Me fale do sagrado coração, porque eu preciso de ajuda.
‘ :~

Sábado de manhã, dia de ligar para a Evelin… Ok, não tenho culpa se você dorme demais :P diahsudhaiudui Liguei umas três vezes, em todas ela estava dormindo, aí desisti. (Leia-se: fodeu o programa de ir ao Rio passear com ela)… Ok, aí eu até ajudei o Fru a fazer o almoço – tudo bem que eu choro para descascar cebolas né, mas isso faz parte – aí chegou uma tia(?) – não a mesma da cadeira do post ‘feriado de outubro – parte I’ – muito engraçada dele, quando eu tava vendo o dvd do Los Hermanos que não coloborava e ficava pulando e enquanto o Felipe fazia o almoço lá… Tá, daí a gente almoçou (Tava bom sim haeuiaheuia :P ) e ficou rindo das coisas que a tia(?) dele tava contando (Ela era MUITO engraçada)… Daí a gente foi pro quarto e ficamos lá até… Hum… Sei lá! Até o fim raiar :) dhaiuhsihuaisd x)
Daí eram umas 20hs o Nenem (Amigo do Fru) chegou lá, pra gente ir na Rua Da Lama beber :D Aí a gente foi dhasiudhasi :P Chegamos lá e tal, um monte de gente… Aí sentamos num lugar qualquer e começamos a beber… Sei lá, não foi tããão divertido quanto tinha sido na quarta, com o Fabinho e o Diego, porque quase não tinha assuuuunto assim… Aí ficavam uns momentos de silêncio meio estranhos… Mas tá. A gente ficou lá bebendo e vi coisas que achava que nunca ia ver na vida! :O (O ministério da saúde adverte: fumar faz mal à saúde) hahaha Foi engraçado! Sempre é engraçado ver pessoas que não fumam fumando pela primeira (Ou segunda) vez.. dauidhsaiudiasudhuasi Aiai! Tá, daí, no alto do efeito da cerveja, e depois de o Felipe ter ido umas 4 vezes no banheiro já, o Nenem começou com uns papos muito sinistros… Swing daqui, swing de lá… EPAAA! :S Melhor eu ir pro banheiro antes que a coisa fica complicada! dhiahdiusahdasid Tá, voltei e tal, o Felipe tinha ido de novo… Aí o Nenem pegou e foi tbm qdo eu cheguei.. Blza, mas ele voltou antes que o Felipe (O__o) e chegou atrás da minha cadeira e tal, fazendo uma mini-massagem nos meus ombros, sacam? Eu hein! Tá, daí o Felipe voltou, bebemos mais, ele foi no banheiro mais uma vez (PORRAAA!! O____o) e o Nenem tbm… Aconteceu o mesmo de antes (Nenem voltou antes e fez de novo o treco da mini-massagem)… Tá, decidiram ir pra casa… – tava na hora mesmo, eu já tava toda amortecida, isso sempre acontece quando eu fico bêbada.. dhauidhuasid -
Aí a gente chegou em casa e tal, e tinhámos que tomar banho né! Só que houve um porém: O banheiro onde eu tomo banho lá fica no quarto do Felipe e ele toma banho no outro banheiro, que fica perto da cozinha… Ele foi lá no banheiro dele e eu não consegui tomar banho no banheiro do quarto… :S Meu, eu tava com MUITO medo do Nenem, e ele tava lá no quarto… Cara, eu tava com muito medo dele mesmo, sério dashidusahudhasiudhsadhiusa Ai deus… Aí eu peguei minhas roupas e tal e fui pra cozinha, esperar o Felipe sair do banho dele pra que eu pudesse tomar banho lá. Só que ele ouviu meus barulhos na cozinha (Eu não me lembro de ter feito barulho, mas enfim…) e foi lá ver o que era… Era eu! :) Daí eu falei pra ele que tava com medo de tomar banho no quarto por causa do Nenem =x Eu acho que ele riu, sei lá, não lembro… E pediu se eu queria tomar banho com ele então.. Ui! :$ Daí eu falei que não e bláblá, que eu esperava ele tomar e tal… E nesse meio tempo a gente começou a se beijar e coisa e tal, ali mesmo, na cozinha. dhausidhusahdiusahudihsai Muito insano :P
Tá, daí depois a gente tomou banho (AMÉM!! dauhdiusad) e fomos pro quarto… Só que o Nenem tava dormindo na cama :B Aí a gente teve que ficar pelo chão mesmo… Mas o chão é legal também >D dhaidhiusahdiusa
Domingo fomos acordados pelo Nenem e pela dona Miriam… Fomos comprar brócolis na feirinha(?) – ok, acho que não era uma feirinha, mas tudo bem… – e depois pra casa ouvir pagode(?!!) – dhadiuashidsa – com o Nenem, porque o Felipe teve que arrumar seu quarto e tal dhaihaisudhusai Daí o Nenem foi embora e eu e o Fru fomos fazer o almoço… BRÓCOLIIIIIIIIIIIIIIS!! :D DDDDD
Depois a gente ficou ouvindo música na sala (nhoooim *_______*) e nhumi nhumi (L) Aí a gente fuçou na internet, tentei falar com a Lin, mas foi em vão… Depois a gente foi no Crepe com o Renan e a Renata e foi bem divertido! =DDD Crepe de sorvete é uma coisa estranhamente boa :P Aí fomos pra casa, arrumei minhas coisas, tomei banho e fomos dormir x)
Segunda de manhã bem cedinho, 5 e pouco da manhã, a gente acordou e se arrumou… Aí fomos levar o Fru até o ponto de ônibus pra ele ir pro trabalho e ui, pluft :~ Voltei com a mãe dele pra casa, peguei minhas coisas e fui encontrar minha mãe e meu pai2 pra voltar pra Sampa…
Só durmo em viagens :) Chegamos em casa umas 13hs… Daí fiquei noiando em casa, como sempre…

Apesar de não ter visto a Lin de novo, foi a melhor de todas vezes que eu fui pra lá :D

(L)

FIM.

Bem, sobre quinta eu não lembro muita coisa (Isso é o que acontece quando você demora quase um mês pra resolver postar sobre tal dia…).
Pela manhã eu liguei pra Evelin, pra gente ir pro Rio, passear e tal… Mas era feriado e ela falou que iria estar tudo fechado, que era melhor ir no sábado, já que na sexta eu e o Fru (Felipe) iríamos à Petrópolis passar o dia com meus pais… Ok, então não tinha mais o que fazer né… O Fru fez almoço (Uia, garoto prendado, han! dhasidhiusadhuais) :P A vó dele tava lá também :] Tá, daí a gente almoçou (Tava bom sim haeuiaheuia :P ) e foi pro quarto e ficamos lá até… Hum… Sei lá! Até o fim raiar :) – até assisti A Fantástica Fábrica De Chocolates! :OOOO -
Na sexta de manhã a gente acordou cedo (Óóóóóóóóh!!) e fomos pra rodoviária(?) – ok, era uma rodoviária ahahhaha – pra pegar um ônibus e ir pra Petrópolis :P Em Petrópolis tava frio :D DD E a estrada até lá tinha bastante neblina :D Muito lindo ^^ Parecia que eu tava subindo alguma serra catarinense :]
Chegamos na rodoviária e sentamos para esperar minha mãe, mas nem deu pra sentar direito, porque ela já vinha em nossa direção hueheuheu
Aí a gente foi passear :) cCsa do Santos Dumont, Praça 14 Bis, passeio à pé pela cidade, Palácio de Cristal, Cadetral, passeio de trenzinho *_________* Aí fomos almoçar… Tudo assim, bem fofinho e tal, nhoooim x) Aí fomos no Museu Imperial :D Aaai, muito foda o/ Nada mal deslizar e quase cair várias vezes com aquelas pantufinhas anti-riscos… dhaisdhasiuda =DDD Foootos no jardim e tal… Aí fomos até a Praça Rui Barbosa, onde tinha um chafariz muito fofinho :) Fotos e fotos :P
Humm, hora de voltar pra Nova Iguaçú, né? :P
Fomos até a rodoviária e ficamos esperando na pracinha de alimentação com música ao vivo por mais ou menos uma hora… Aí fomos pegar o ônibus… Baaaaaaaaita fila do caramba! ‘Acho que não vai dar pra gente sentar junto :( ‘ ‘ Ah, qualquer coisa eu fico de pé, do seu lado’ – Aaaaaaaaaah! coisa fofa! (L) – Enfim, deu pra sentar junto :D DDD E hum, foi uma viagem produtiva.. Conversar faz bem pra pele, mesmo que seja pra dizer as coisas que a gente já está cansado de saber, mas não custa sempre reforçar né… – ainda mais quando se tem no meio uma Killvyane Esquecida Da Silva.-
Chegamos na casa dele e tal, aí a mãe dele ligou pra falar pra gente ir sei lá onde comer pizza… Tá, daí a gente ficou se enrolando um pouco =x A mãe dele ligou mais umas trocentas vezes e a gente foi… Tava a família inteira lá :P – cumprimeta todo mundo – ‘E aí Killvy, gostou de lá?’ – Killvy lerda pra caralho – ‘De lá onde? O____o’ ‘Aaaaaaah, então passaram em outro lugar antes de vir pra cá nééé!!’ – Puta merda, que vergonha!!! :$ :$ :$ ‘Aaah, não.. eu gostei sim, muito legal’ – Puta merda, que vergonha! – Ok, come-se pizza e tal… Eu fico meio que boiando nesses eventos né, mas tudo bem… Dei umas risadas dhasidshaidas :P Aí a gente voltou pra casa e ploft! O Felipe capotou assim assim! dhsiudhsaiud Eu fiquei vendo filme (sim, EUUUU!! :OOOO) – pra quem não sabe, Killvyane assistindo filme é igual Mico-Leão-Dourado: está em extinção! – aí eu fui dormir também… Mas não se esqueçam que haviam dois gatos malucos na casa, que ficavam pulando pela cama… Cara, eu acordei assustada umas 3 vezes… Fora que eu tenho pesadelos diários né.. haiduhausiudsha E sem falar nas minhas pernas gnomas que pulam! Caos, caos!
Enfim, amanhace o sábado.

Continua…

Bem, era quarta-feira, 11/10/2006.
Uma manhã com um sol chato e que me fazia tirar o casaco a toda hora, mesmo dentro do carro fresco.
Paramos (Eu, minha mãe e meu pai2) em Aparecida do Norte – SP. Nunca tinha estado lá antes, até que é bem bonito :) Não tinha muita gente… Minha mãe fez suas orações e tudo mais, eu comprei algumas (muitas) fitinhas de lembrança e outras coisas… Então seguimos viagem. Mais algumas horas e chegamos em Penedo – RJ, uma cidadezinha pequena, turística, LINDA! Almoçamos por lá, muito bom por sinal. Tinha uma casa com gnomos \o/ Ok, seguimos viagem novamente. Lá pelas 16:30h chegamos em Nova Iguaçú – RJ, o meu destino final. Eles ainda seguiram viagem até Petrópolis – RJ, onde ficariam até no sábado e depois iriam para o Rio. Me deixaram no mesmo lugar da outra vez. Já sabia o caminho. Por hora, havia esquecido de colocar créditos no celular e não havia como ligar pra ninguém avisando que tinha chegado (Eu não ia ligar a cobrar né :x ). Ok. Sentei na calçada em frente ao portão e fiquei esperando (Sabe-se lá quanto tempo iria ter que esperar, mas tudo bem, ninguém mandou não colocar os benditos créditos né dona Killvyane!). O garotinho que já tinha passado ali pela frente umas 4 vezes me observando com aquela cara de quem quer pedir alguma coisa, vem em minha direção novamente, pára e pergunta: ‘A senhora tá perdida?’ ‘Não não, eu estou esperando a dona Miriam :) ‘ ‘Aaah tá! Mas a senhora vai ficar aí? ela vai demorar viu?’ ‘É? Aimeudeus. Você sabe onde eu posso comprar créditos pra colocar no celular?’ ‘Aah, não sei não.. Ah, sei sim! Acho que lá na padaria tem… A senhora quer que eu vá lá com a senhora?’ (Essa coisa de ‘senhora’ pra cá e pra lá já estava me irritando, ok) ‘Ah, mas eu tô cheia de malas (Aponta para as duas mochilas, uma sacola e uma bolsa), vou ficar aqui mesmo.’ ‘Tá bom! mas ela vai demorar hein, ela só chegas lá pelas 19hs..’ ‘Que? 19hs?!! Nossa… Ah, tudo bem… Eu espero…’ ‘A senhora quer que eu vá chamar ela ali no trabalho dela? Eu sei onde é, não é longe… Quer que eu leve a senhora lá?’ ‘Não, não precisa não, eu espero… Muito obrigada :) ‘ ‘Tá!’ Surgem várias crianças na rua e começam a jogar bola e brincar e essas coisas… Chega a tia(?)- eu acho que é tia – do Felipe, que mora embaixo da casa dele, me cumprimenta (É muito chato quando você é uma pessoa que cumprimenta as pessoas só por cumprimentar e quando torna a vê-las não faz a mínima idéia de quem sejam, mas finge que sabe e cumprimenta-as mesmo assim) e eu retribuo. Depois passa uma garota com uns cadernos, me olha como se me conhecesse também, mas eu desvio o olhar (Vai saber quem pode ser, meu Jesus!!) – Será que eu fui antipática com esse gesto? É, provavelmente… Ok, passou – A tia(?) do Felipe reaparece no portão e me oferece uma cadeira que ela já está trazendo e colocando ali, mesmo que eu tivesse dito que não precisava… (É, na verdade precisava, porque aquelas formigas já estavam me incomodando um pouco) – senta na cadeira – A garota dos cadernos que tinha ido até o portão da rua, volta e vai até sua casa, e volta novamente, vindo na minha direção (Ah não, ela vai falar comigo, droga!) ‘Ei, você não quer ligar pra Miriam e avisar que você chegou?’ (Caralho, como ela sabia que eu precisava fazer exatamente isso?!) ‘Ah, eu quer..’ ‘Você pode ligar ali da minha casa mesmo, vamos ali’ ‘Tá bom’ Uns dez minutos depois a dona mãe do Felipe aparece :)
‘Você pode levar suas coisas ali pro quarto do Felipe se você quiser tá Kill?’ ‘Uhum, eu já vo…’ ‘Se você quiser tomar banho ou dormir também, pode ficar à vontade hein!’ ‘Não, tudo be…’ ‘Você quer comer alguma coisa? uma fruta? um biXXXXXcoito? quer um chá?… ???’ ‘Ah, não não, obrigada.. eu comi agora pouco já.. hehe’ ‘Tá bom’ – gaaaaaaaatinhos! nhami nhami! dois gatinhos saltitantes e curiosos estavam lá – ‘Ah, esses são os gatos que o Felipe me arranjou, duas pestes! hahahaha O Tom e a Julieta..’ (Insanos, insanos) Arrumei minhas coisas e tal… Fui pra sala. ‘Nossa, que calor né?’ (Eu já tinha tirado o casaco novamente, ou estaria derretendo) ‘Muito! meu deus :B’ ‘E como foi a viagem, tudo bem?’ ‘Sim, tudo (Conta sobre a viagem e tudo mais)’ … ‘Então, hoje eu vou ter que ir à faculdade, porque tirei uma nota muito baixa numa matéria e tenho de falar com o professor, não posso faltar hoje… Mas o Felipe logo chega! Antes das 19hs ele tá aí!’ ‘Ah, não tem problema, eu espero aqui’ ‘É, ele poderia ter pegado o trem, pra chegar mais rápido, mas aposto que ele nem lembrou disso e veio de ônibus… Eita menino lerdo! ahahha Mas fica aqui, assiste tv, come alguma coisa… Não fica com vergonha hein! Pode pegar! ahhaha’ ‘Ah, tá bom… Pode deixar’ ‘Tá, então até depois. Fala pro felipe fechar a casa e que eu tô deixando esse dinheiro aqui pra ele e fala que aqui nessa sacola tem as cuecas dele..’ ‘Aham, falo sim.’ ‘Então tchau Kill.’ ‘Tchau! :)
Nossa, que canseira… Uaaah! Ploft! – sofá e tv me dão sono – Mas existem dois gatos malucos na casa agora, e sim, eles gostam de saltitar em pessoas deitadas… hahahaha Ok, eles eram fofos até quando pulavam nas minhas costas (Costas e não costa, porquê vem de costelas, que é plural – descobri isso há pouco tempo…) e brincavam com meu cabelo :) Acho que 18:45hs, por aí, deu pra ouvir um barulho no portão (Aiiiiiiiiiiiiin :x xxxxx será?) – barulho no trinco da porta – (É eleeeeeeeeeeeeee! :D DDDD) Entra um ser gnomístico que deixa mochilas de lado e dá abraços apertados e bons e perfeitos! *__________________* Puta merda, que saudade :~ – esses momentos eu não consigo descrever aqui, mas imaginem umas pessoas bem felizes e com sorrisos grandes se olhando e conversando e tudo mais :) -
Liga pra um monte de gente, entregam-se presentes perfeiiiiiiiiiiiitos (LLLLLLLLLLLLL), toma-se banho e todas essas coisas e vamos rumo ao shopping, terminar de comprar o presente da Thainá. Ok, o presente da Thainá não deu muito certo… Pelo menos deu pra colocar créditos no celular – ou não, pq colocar eu não tava conseguindo, só consegui comprá-los… – ‘Cara, eu acho que é esse prédio aqui… Ela falou que era do lado de um prédio meio amarelo…’ – é noite, não dá pra ver muito bem se o prédio é amarelo – ‘Há, mas que beleza!’ ‘Mas eu não me lembro dessa parte aí… Acho que não é nesse não…’ ‘É nesse, acho que é nesse’ – liga pra Thainá – ‘Oi, a gente tá aqui no seu prédio!’ – Thainá desce – :D DDDDDD Cara, que menina mais fofaaaaaa! Meu deus x) Aí a gente ficou lá conversando, fazendo alertas sobre os cuidados que ela deveria tomar em São Paulo (Ela ia ir pra São Paulo no dia seguinte fazer turismo hoohoho), entrega-se o ‘meio-presente’… ‘Ah, que legal… Pra que serve isso?’ AHUAHAUHAUHUA ‘Ah, é um mural, pra você colocar fotos e tal..’ ‘Aaaaaah! nossa, é mesmo!! que legal :D ‘ heuheuehuehuehue Ok, a gente ficou lá um tempo, aí a mãe dela chamou e tal… Despedimo-nos e fomos para a Rua Da Lama encontrar o Fabinho e o Diego que já estavam lá num bar bebendo quando a gente chegou… hehe Apresentações à parte, vem a cerveja! :D Muito legal… Apesar de eu ficar boiando nas histórias que eles contavam né… Mas eram muito divertidas dausidhsauidhusahiudsahui Aiai! :D E ainda me chamaram de camelo… O____o Muita injustiça :B dhiahduiahuishiuhusid Acho que foi a noite mais legal do feriado, é legal ouvir um monte de história bizarra! ahuidhasuidhusa :D DD
Aí assim, pra voltar pra casa a gente rachou um táxi, mas depois de sair do táxi eu não lembro de muita coisa… Tipo, deve ter acontecido o básico… Banho, roupas de dormir e… Ok :) – bem, existem coisas que não precisam ser ditas para serem entendidas – dhaiushduiahudihadus

Continua…

Sexta-feira do terror

Hoje tem Funhouse com a Camila e seus amigos pseudo-indies-ex-emos em bebemoração ao aniversário dela.

Sim, eu sei que ainda não postei sobre meu feriado..
É que tem tanta coisa pra contar e eu tenho tanta preguiça.. dhaidhausdu ._.

Hoje não perco meus piercings (Nunca mais, nunca mais!).

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